O partido ALFA é um partido legalizado como todos os outros. CNPJ, 1º Manifesto, Artigos, site esclarecedor. Agora só faltam os seguidores. A meu ver, se o partido seguir piamente aquilo que propõe, logo terá uma multidão de pessoas esclarecidas, que ainda não possuem uma opinião política formada, mas que querem a mudança, seguindo-o. O ALFA, definitivamente, não é um partido como os outros; além do mais, também quer a volta das ideologias. Votar em partido não existe mais no Brasil: se vota naquele que se acredita ser o menos corrupto, o menos mentiroso.
O Partido lembra também que a cada trinta anos, mais ou menos, passamos por uma mudança no Brasil. Parafraseando Rubem Baz, da Associação dos Fundadores do Partido ALFA, “...por não ter havido uma transformação real da sociedade, a Historia se repete, em ciclos. Aproximadamente, de 30 em 30 anos, ocorrem períodos de exceção da vida democrática do país, como Floriano Peixoto, Getulio Vargas, Militares...” e isso, o ALFA não deseja.
Mas será que esse partido não incitaria uma revolução separatista? Não que eu não seja contra o separatismo, muito antes pelo contrário, mas para o movimento separatista, são necessárias pessoas sérias e que não sejam “fogo de palha”. São necessárias pessoas cultas, que saibam o que estão fazendo.
Fui politizada quando criança (minha família me ensinou a gostar de política e ver o que ela pode fazer para melhorar o mundo, ao invés de ficar tocando pedra, reclamando e de braços cruzados), e quando li o site deste novo partido, vi que ainda há esperanças para o Brasil. Não que a esperança esteja NO partido. A esperança está nas pessoas, e me anima ver que ainda existem pessoas capazes de dar a cara à tapa, lançar suas idéias para o mundo e tentar mudá-lo. Pegando ou não em armas, fazendo ou não uma revolução que passe do plano intelectual e mudando a maneira de pensar.
O Partido lembra também que a cada trinta anos, mais ou menos, passamos por uma mudança no Brasil. Parafraseando Rubem Baz, da Associação dos Fundadores do Partido ALFA, “...por não ter havido uma transformação real da sociedade, a Historia se repete, em ciclos. Aproximadamente, de 30 em 30 anos, ocorrem períodos de exceção da vida democrática do país, como Floriano Peixoto, Getulio Vargas, Militares...” e isso, o ALFA não deseja.
Mas será que esse partido não incitaria uma revolução separatista? Não que eu não seja contra o separatismo, muito antes pelo contrário, mas para o movimento separatista, são necessárias pessoas sérias e que não sejam “fogo de palha”. São necessárias pessoas cultas, que saibam o que estão fazendo.
Fui politizada quando criança (minha família me ensinou a gostar de política e ver o que ela pode fazer para melhorar o mundo, ao invés de ficar tocando pedra, reclamando e de braços cruzados), e quando li o site deste novo partido, vi que ainda há esperanças para o Brasil. Não que a esperança esteja NO partido. A esperança está nas pessoas, e me anima ver que ainda existem pessoas capazes de dar a cara à tapa, lançar suas idéias para o mundo e tentar mudá-lo. Pegando ou não em armas, fazendo ou não uma revolução que passe do plano intelectual e mudando a maneira de pensar.